Que água apaga o fogo a gente já sabe. Porém, nem mesmo a chuva que caiu na manhã da última terça-feira, 9, no Rio de Janeiro foi o suficiente para conter a euforia das crianças atendidas pelo Núcleo Esportivo Rio Open (NERO), em parceria com a AGLO, e por outros cinco projetos sociais apoiados pelo Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul. Isso porque grande parte dessas crianças se reuniram no Parque Olímpico da Barra, na Zona Oeste da cidade, para celebrar o Dia das Crianças. “Essa confraternização entre os projetos é uma grande festa e uma oportunidade para as crianças interagirem. Além de podermos ver de perto a evolução delas e partilharmos um pouco do nosso tempo com elas. Isso é só o começo, pois temos ideias bem ambiciosas para seguir investindo na plataforma social do Rio Open, e cada fruto colhido como essa ida dos atletas do Winners para a Copa Guga ou os sorrisos e a felicidade dessas crianças são muito gratificantes para todos nós”, comenta Luiz Carvalho, Diretor do Rio Open, que acompanhou de perto a ação. O momento de confraternização é sempre muito proveitoso porque as crianças e os adolescentes costumam se encontrar apenas em torneios como a própria Semana Guga Kuerten, que será realizada de 11 a 21 de outubro, em Florianópolis. Neste ano, o Rio Open está arcando com todos os custos para levar 13 alunos dos projetos que apoia (Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Tênis Solidário, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro). Os alunos que participarão da competição também receberam apoio da Confederação Brasileira de Tênis com suas anuidades. Um desses alunos e semifinalista do Winners

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Chegou a hora! Nossos meninos do Winners 2018 estão embarcando para a disputa de um torneio que mudará a vida deles. O Rio Open está levando 13 crianças de projetos sociais que apoiamos para a Copa Guga Kuerten, um dos torneios mais importantes da América Latina, que reúne a elite do circuito juvenil.Os jovens foram escolhidos pelos projetos Tênis Solidário, Tênis na Lagoa, Instituto Futuro Bom, Arremessar Para o Futuro e Escolinha de Tênis Fabiano de Paula, de acordo com seus méritos esportivos e sua dedicação.Todos ficarão uma semana em Florianópolis e terão todos os custos cobertos pelo Rio Open (alimentação, hospedagem e inscrição no torneio). Antes do embarque, no dia 9 de outubro, eles participarão de uma confraternização de Dia das Crianças com os alunos do projeto NERO (Núcleo Esportivo Rio Open, que oferece aulas grátis de tênis a alunos de escola pública no Parque Olímpico).Conheça os jovens:Tênis SolidárioLucas Henrique Torres - categoria 17/18 anosVictor Rodrigues dos Santos - categoria 17/18 anosCarlos Eduardo do Nascimento Tavares Oliveira - kidsEscolinha de Tênis Fabiano de PaulaValter Albuquerque - categoria 11/12 anosCristian Felix - categoria 17/18 anosArremessar Para o FuturoThaís Soares - kidsMarcus Vinicius Barbosa da Rocha - categoria 17/18 anosInstituto Futuro BomMarcus Vinicius F. Gonçalves - categoria 13/14 anosRyan Aurélio Vieira Reis - categoria 15/16 anosThiago Araujo Freitas - categoria 13/14 anosTênis da LagoaMaria Eduarda Barbosa Gomes - categoria 17/18 anosKaique Rodrigues da Silva - categoria 15/16 anosHelio Machado Sampaio Neto - categoria 15/16 anos
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Na semana em que se comemora o Dia das Crianças, o Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, vai reunir os alunos de seu projeto social, o Núcleo Esportivo Rio Open (NERO) , em parceria com a AGLO, e dos outros cinco projetos sociais que apoia para comemorar a data. Ao todo, 100 crianças são esperadas na próxima terça-feira, dia 9, às 9h30, nas instalações de tênis do Parque Olímpico da Barra.Participam também do evento, 14 alunos dos projetos e do Núcleo, entre 9 e 18 anos, que irão disputar a Copa Guga Kuerten, em Florianópolis. Todos os custos da viagem são por conta do Rio Open, como parte da premiação do Torneio Winners. As crianças, que participam da competição, também recebem apoio da Confederação Brasileira de Tênis com suas anuidades.Desde sua primeira edição, a organização do evento apoia iniciativas que usam o tênis como ferramenta de desenvolvimento humano e inclusão social. Os cinco projetos apoiados pelo Rio Open são Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Tênis Solidário, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro.A próxima edição do maior torneio de tênis da América do Sul acontecerá de 18 a 24 de fevereiro de 2019, no Jockey Club Brasileiro. Perfil de alguns dos participantes da Semana Guga Kuerten: Valter Davi Marques Albuquerque, 12 anos – Escolinha Fabiano de PaulaMorador da Rocinha, Valter sempre gostou de assistir aos jogos de tênis na TV. E foi na Escola de Tênis de Fabiano de Paula, fundada em sua comunidade, que conheceu o esporte. Seus pais, que trabalham como garçom e cozinheira, sempre o incentivaram. No Torneio Winners deste ano, foi o campeão na categoria 12 anos, a mesma

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Guga Kuerten não disputa o circuito mundial há 10 anos, mas sua influência na disseminação da modalidade no país ainda é enorme. O catarinense, que completou 42 anos em 10 de setembro, é o porta-voz de grandes iniciativas como a Escola Guga de Tênis e a Semana Guga Kuerten.Com 48 unidades em todo o país, as escolinhas de Guga levam o tênis a várias regiões do país e estimulam os sonhos desses jovens de um dia serem tricampeãs de Roland Garros e número 1 do mundo, assim como ele.Em outubro, a Semana Guga Kuerten mais uma vez promoverá inclusão e incentivo ao esporte juvenil do país, com um dos torneios mais importantes do nosso calendário. Vencedores do torneio Winners, dos projetos sociais apoiados pelo Rio Open, disputarão o campeonato em outubro.O Rio Open acredita que o sorriso e a disposição de Guga continuarão a inspirar jovens em todo o país a acreditarem no tênis como uma ferramenta de saúde, educação e esperança.
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No dia 3 de setembro, um dos cinco campeões do Rio Open completou 25 anos. O austríaco Dominic Thiem, que levantou o troféu do maior torneio da América do Sul em 2017, encara uma nova fase em sua vida e carreira, mais maduro e experiente.Desde o último Rio Open, em fevereiro, Thiem chegou a sua primeira final de Grand Slam em Roland Garros. O austríaco já havia batido na trave nos anos anteriores, alcançando as semifinais, mas enfim confirmou seu status como maior especialista em saibro do circuito depois de Rafael Nadal, 11 vezes vencedor em Paris.Mas Thiem também tem mostrado bons resultados nos outros pisos, sustentando seu lugar no top 10 do ranking mundial por tanto tempo. Ele alcançou as quartas de final do US Open neste ano, derrotando o vice de 2017, o sacador sul-africano Kevin Anderson, nas oitavas de final, e fazendo o melhor jogo da competição contra Nadal nas quartas.O futuro é ainda mais promissor para Thiem. Entre veteranos como Nadal, Roger Federer e Novak Djokovic e tenistas mais jovens, como Alexander Zverev e Stefanos Tsitsipas, o austríaco combina jovialidade e experiência na medida certa para ter grandes conquistas pela frente.Quer saber mais sobre Thiem? Veja só esse tira-teima que gravamos com ele no Rio Open deste ano:
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Grande talento do tênis brasileiro, o paranaense Thiago Wild é o segundo brasileiro a conquistar um título juvenil de simples de Grand Slam. O tenista de 18 anos é o campeão do US Open deste ano após uma excelente campanha.O Rio Open ofereceu a Wild um convite para o Rio Open Qualifying neste ano, em reconhecimento ao seu grande sucesso no circuito juvenil, e também por seu potencial para ser um grande profissional.Wild já tem dois títulos de Future e está entre os 500 do mundo no ranking profissional. Após levantar um troféu de Slam no juvenil, seu objetivo é deslanchar ainda mais no circuito principal a partir de agora.Com um jogo agressivo e o apoio da Tennis Route, academia carioca, Wild foi o primeiro brasileiro a vencer o US Open juvenil. No entanto, o alagoano Tiago Fernandes havia sido campeão no Australian Open de 2010.Nas duplas, o Brasil possui três Slams juvenis: Gustavo Kuerten (com o equatoriano Nicolas Lapentti) em Roland Garros em 1994, de Orlando Luz e de Marcelo Zormann em Wimbledon de 2014, e Felipe Meligeni Alves (com o boliviano Juan Carlos Aguilar) no US Open de 2016.Além desses troféus, o país também foi finalista no juvenil em simples em Roland Garros com Edison Mandarino (1959), Thomaz Koch (1962 e 63) e Luis Felipe Tavares (1967) e em Wimbledon com Ivo Ribeiro (1957) e Ronald Barnes (1959).Que esta conquista seja apenas o primeiro capítulo de uma grande carreira para Wild.
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CLIQUE AQUI E GARANTA SEU INGRESSOO Rio Open 2019 começa agora! Entre 5 de setembro (quarta-feira) e 9 de setembro (domingo), você pode garantir seu ingresso para a grande final do maior torneio de tênis da América do Sul, que acontecerá no dia 24 de fevereiro (domingo), no Jockey Club Brasileiro.Os valores são R$ 400 (Cadeira Lateral) e R$ 450 (Cadeira Fundo de Quadra). Os clientes que realizarem a compra na pré-venda ganharão um chapéu do Rio Open. Será disponibilizado 1 chapéu por pedido, independente da quantidade de ingressos comprados. A aquisição do chapéu será de acordo com a forma de entrega escolhida pelo cliente no ato da compra. Clientes Claro e NET terão desconto de 20% não-cumulativo com meia-entrada ou outros descontos, com até 4 ingressos por CPF, adicionando código que receberão por SMS.Clique aqui para comprar com desconto de clientes Claro e NETPatrocinado pela Claro pela sexta vez consecutiva e organizado pela IMM e ICT, o Rio Open conta com a presença de grandes nomes do tênis, e acontece no Jockey Club Brasileiro do Rio de Janeiro entre 18 a 24 de fevereiro de 2019.A pré-venda estará disponível somente para a disputa final do evento - sessão de domingo 24/02/2019 às 17h. As demais sessões serão abertas somente no período da venda geral.
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O Brasil inteiro celebra dois anos de um evento marcante para a história do país: a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro. Como maior evento anual do calendário olímpico da cidade, o Rio Open não poderia ficar de fora do legado olímpico da cidade.O NERO (Núcleo Esportivo Rio Open) é um projeto em parceria com a AGLO (Autoridade de Governança do Legado Olímpico) que oferece aulas de tênis no Parque Olímpico para cerca de 50 crianças, entre 6 e 11 anos de idade, alunos da escola pública Roberto Burle Marx, na zona oeste do Rio.As aulas são ministradas por profissionais capacitados e experientes no tênis, e as crianças também fazem exames médicos e recebem alimentação no local, além de receberem o equipamento necessário para a prática do tênis.Buscando, além da iniciação esportiva, a inclusão social e a melhora das aptidões física, motora e mental, o NERO se junta ao Torneio Winners e ao nosso apoio anual a seis projetos sociais em nossa plataforma social, deixando um impacto inquestionável nas vidas desses jovens.
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Quem estava na Quadra Guga Kuerten no dia das finais em 2016 nunca vai esquecer a generosidade e o carisma da italiana Francesca Schiavone. Campeã de Roland Garros em 2010, a italiana sempre sentiu uma ligação muito forte com o Brasil e se sentia muito honrada de jogar em um local abençoado pelo Cristo Redentor.Na cerimônia de premiação, que também teve a presença da nossa eterna rainha Maria Esther Bueno, Schiavone tirou um papel de sua raqueteira e começou a discursar… em PORTUGUÊS!Ovacionada pelo público, a italiana disse, entre outras coisas, que os sorrisos dos brasileiros "preenchiam os seus dias". O sentimento era recíproco: a alegria, disposição e energia de Schiavone em quadra sempre inspiraram fãs de tênis por onde a italiana passou.Porque a emoção do tênis e do Rio Open vai muito além dos pontos e dos títulos.Veja o recado:
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Até os maiores fãs de Novak Djokovic começaram a ficar preocupados. Será que o sérvio voltaria a ser aquele jogador que dominou o circuito por anos e dificultou a vida até de lendas como Roger Federer e Rafael Nadal? Até a temporada de saibro deste ano, muitas dúvidas pairavam sobre a carreira de Nole. Mas ele conseguiu se reinventar e conquistou o título de Wimbledon. E como ele fez isso?Primeiramente, vamos relembrar como a má fase de Djokovic começou. Após finalmente vencer Roland Garros, em junho de 2016, seu quarto Slam consecutivo, o sérvio sofreu uma derrota na estreia da Olimpíada do Rio para Juan Martin del Potro. No final da temporada, ele perdeu a liderança do ranking para Andy Murray e Boris Becker deixou sua equipe técnica.Em 2017, problemas físicos começaram a dificultar a vida de Djokovic. Uma lesão séria no cotovelo atrapalhava cada vez mais o seu jogo, e o sérvio também decidiu demitir toda a sua equipe, incluindo o técnico Marian Vajda, com quem trabalhava desde seu início como profissional.Após resultados decepcionantes e uma desistência em Wimbledon, Djokovic decidiu não jogar no segundo semestre de 2017 e tentar curar sua lesão de forma natural. As derrotas nas oitavas do Australian Open para o jovem coreano Hyeon Chung e nas estreias de Indian Wells e Miami fizeram com que o sérvio, que passou 223 semanas como número 1 do mundo, saísse do top 20 do ranking.A maré começou a mudar na temporada de saibro, quando Djokovic trouxe Vajda de volta como técnico. Entre altos e baixos, o sérvio foi semifinalista em Roma e quadrifinalista em Roland Garros. Mas as dúvidas permaneciam a respeito da capacidade de Nole de

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