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Foto: Laurence Griffiths/Getty Images Em uma das finais de Grand Slam mais memoráveis dos últimos tempos, Novak Djokovic se tornou pentacampeão de Wimbledon. O sérvio derrotou o suíço Roger Federer por 3 a 2, com parciais de 7/6(5), 1/6, 7/6(4), 4/6 e 13/12 após 4h57 de partida, neste domingo. O número 1 do mundo chegou a salvar dois match points na última parcial. Com mais uma vitória na grama londrina, o sérvio soma 16 troféus de Grand Slam. Rafael Nadal tem 18 e Federer é o recordista entre os homens com 20. O suíço segue sem vencer o rival sérvio desde 2015 no circuito e desde 2012 em jogos de Grand Slam. No ano de estreia da regra que determina um tiebreak se o quinto set chegar a 12/12, o recurso foi usado apenas duas vezes: em um jogo de duplas e na final de simples masculina. Esta foi uma das novidades de Wimbledon neste ano, além da inauguração do teto retrátil na Quadra 1. Uma das boas surpresas do torneio foi a chegada do argentino Guido Pella às quartas de final, derrotando os finalistas de Wimbledon em outros anos Kevin Anderson e Milos Raonic. Foi a melhor campanha em Grand Slam do canhoto, número 24 do mundo.
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A sexta edição do Rio Open encerrou no domingo, 24, com a vitória de Laslo Djere. O canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, conquistou o público e o vice campeonato. Nas duplas, o argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry conquistaram o título de campeões. O torneio recebeu 50 mil pessoas em sete dias de evento. Quem não pode estar no Jockey Club para acompanhar, teve a opção de assistir pelo Sportv cerca de 46 horas de transmissão e 35 horas no Globo Esporte.com. O sinal da TV foi enviado para 120 países e o material produzido pelos 243 jornalistas credenciados levou todo o clima da competição para o mundo. “Estamos muito felizes com mais essa edição do torneio, que tornou-se uma das grandes atrações do Rio de Janeiro. Mais uma vez, projetamos uma imagem positiva da Cidade para todo o Brasil e para mais de uma centena de países. Conseguimos conjugar economia, atraindo grandes marcas, com uma forte atuação social sob a forma de geração de empregos, tributos para o estado, e educação de centenas de crianças e jovens. No aspecto esportivo, tivemos a grata surpresa de revelar para o Brasil e para o mundo uma nova estrela do tênis mundial, o mais jovem atleta da história do tênis a figurar entre os cem melhores do mundo. Por tudo isso, consideramos essa edição um grande sucesso”, diretora do Rio Open, Márcia Casz. Uma das grandes novidades dessa edição foi o relógio de saque – shot clock – que controla o tempo e impede que tenistas excedam os 25 segundos para sacar.  Na La Boutique, loja oficial do evento, vários produtos esgotaram, como pop socket, imã da quadra, chaveiro de raquete

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A grande final do Rio Open surpreendeu o público que foi ao Jockey Club Brasileiro. Assim como acontece na Copa do Mundo, a decisão teve um envelopamento diferente do restante do torneio. A cantora Iza emocionou a torcida ao interpretar o hino nacional. O telão exibiu os nomes dos torcedores que compraram ingressos para a decisão. Ao som do sax do cantor e compositor Rodrigo Sha, o artista Ment fez um live painting com um grafite da brasileira Maria Esther Bueno, segurando o troféu de Wimbledon. Em seguida, o telão mostrou imagens da vitoriosa carreira da tenista, que morreu no ano passado. Após a vitória de Djere, a Praça Rio Open ficou cheia para o show da banda Os Britos, criada para homenagear o conjunto de rock britânico The Beatles. O grupo é formado por Guto Goffi (bateria), do Barão Vermelho, Rodrigo Santos (baixo), ex-baixista do Barão, atualmente forma com Andy Summers (The Police) e Barone (Paralamas) o Call The Police, George Israel (guitarra), compositor, saxofonista e vocalista do grupo Kid Abelha, e Nani Dias (guitarra), que tocou com Lobão, Leo Jaime, Barão e Kid Abelha. Com essas ações, o Rio Open deseja que os torcedores se sintam parte fundamental do torneio, e saiam do evento com uma nova perspectiva de entretenimento e tecnologia esportiva. Diretor do Rio Open comemora bom público na edição 2019  O diretor do Rio Open, Luiz Carvalho, comemorou a realização da sexta edição do torneio. "Estimamos um público superior a 50 mil torcedores, melhor que os dois últimos anos. A rodada de sábado parecia como a dos anos em que o Nadal (espanhol Rafael Nadal) veio. A cada ano que passa, nosso torneio cresce", disse Lui,

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O sérvio Laslo Djere surpreendeu a sensação do torneio, o canadense Felix Auger-Aliassime, e conquistou a sexta edição do Rio Open, neste domingo, no Jockey Club Brasileiro. O jogador de 23 anos venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, em 2h01min de jogo e se emocionou ao receber o seu primeiro troféu de um torneio ATP das mãos de Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros. Em seu discurso pelo título, quase chorou ao lembrar dos pais, já falecidos. "Sonhei com esse momento toda minha vida. Dedico essa conquista aos meus pais. Perdi minha mãe há sete anos, e meu pai há dois meses. Eles sempre me apoiaram, sou o que sou graças a eles. São a razão de eu estar aqui hoje, e espero que de alguma maneira estejam assistindo essa conquista", disse o jogador, emocionando o público na arquibancada. Djere ganhou premiação de R$ 1.402.200 e vai somar 500 pontos no ranking, figurando entre os top 40, sua melhor posição na carreira, na lista que sairá nesta segunda-feira. Ele chegou no Rio em 91º lugar. Já Auger-Aliassime, que também fez história no Rio Open, ao se tornar o mais jovem tenista desde 2009 a disputar uma final de ATP, recebeu R$ 704.235, além de 300 pontos na classificação. A partir desta 2a. feira será o mais novo e único tenista nascido neste século entre os 50 do mundo. O Rio Open faz parte do ATP World Tour, que reúne 13 torneios desse porte, sendo apenas três no piso de saibro - Barcelona e Hamburgo são os outros. O sérvio chegou à final sem precisar jogar a semi, porque seu adversário, o esloveno Aljaz Bedene,

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Com mais de cem anos de história, a Fila, referência em estilo e performance esportiva, renova por três anos o patrocínio com o maior evento de tênis da América do Sul, o Rio Open. A empresa italiana tem sua história entrelaçada com o esporte desde os anos setenta, quando lançou a coleção “White Line”, trazendo cores para as quadras dos torneios. Nos últimos, o evento sediado na cidade maravilhosa recebeu coleções exclusivas, dedicadas especialmente para cada ano do evento, além de contar toda uniformização de staff. “Temos orgulho de ter a Fila como parceira e ver o quanto crescemos juntos nestes três primeiros anos, sem dúvida os próximos serão ainda mais surpreendentes”, comenta Lui Carvalho, diretor do torneio. No decorrer dos anos de 2017, 2018 e 2019, a marca trouxe uma série de ativações e exclusividades para o público do evento: a venda em primeira mão de produtos detenniswear; as clínicas de tênis com embaixador Fernando Meligeni; e sessões de autógrafos na loja da Fila, com os atletas patrocinados. Com o plano de se estabelecer como a maior marca do esporte no hemisfério sul, a Fila considera a renovação do contrato um passo extremamente importante para a marca: “A renovação do contrato com o Rio Open é muito importante para continuarmos o nosso legado com o esporte, unindo estilo e performance, além de nos manter próximo do consumidor”, comenta Paulo Mundel, diretor de marketing e DTC do Grupo Dass.  
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O argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry venceram os brasileiros Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (3), 6/3 e 10/7, neste sábado, e conquistaram o título de duplas do Rio Open apresentado pela Claro. A premiação pela conquista foi de R$ 440.572. Os vice-campeões ficaram com R$ 215.650. Foi a segunda vez que o Brasil teve representantes na final do torneio. Marcelo Melo e o espanhol David Marrero foram vice-campeões em 2014. No caminho para o título, Gonzalez e Jarry eliminaram a dupla cabeça de chave número 2, formada por Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, campeã em 2014 e 2016. Foi o sexto título da carreira de Gonzalez nas duplas, e o segundo de Jarry, mas o primeiro dos dois juntos. No ano passado, o chileno foi semifinalista nas simples. "Não é fácil jogar com a torcida contra, mas conseguimos nos manter concentrados para buscar a vitória", disse o chileno, que vem jogando com Gonzalez há um ano. "Estamos muito felizes com a conquista, e espero continuarmos jogando juntos. Vencemos um ATP 500, o próximo pode ser um Masters 1000 e quem sabe um Grand Slam", brincou Gonzalez. Os brasileiros lamentaram a derrota em casa, que teve quadra cheia para a decisão, com clima de Copa Davis. "Foi frustrante perder em casa, com toda a torcida nos apoiando, mas a derrota não pode apagar a boa semana que tivemos aqui. Não jogamos tão bem como nas outras partidas e sentimos um pouco a pressão pela ansiedade de buscar a vitória em casa", disse Bellucci. Os brasileiros ganharam convite da organização e eliminaram nas quartas de final Melo e

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Sensação no circuito mundial, o canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, disputará a grande final do Rio Open apresentado pela Claro contra o sérvio Laslo Djere, neste domingo, às 17h, no Jockey Club Brasileiro. O prodígio, que entrou na chave com convite da organização, se tornou o mais jovem a disputar uma final de um ATP 500. A série de torneios desse nível foi criada em 2009 e o detentor do recorde até então era o alemão Alexander Zverev, aos 19 anos, em Halle-2016. Neste sábado, na semifinal, Auger-Aliassime derrotou o experiente Pablo Cuevas, campeão da edição 2016, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 3/6 e 6/3. Os ingressos podem ser adquiridos em tudus.com.br/rioopen . Jogador da Next Gen da ATP, Auger-Aliassime ganhou admiração da torcida brasileira desde a estreia no Rio Open, quando derrotou o italiano Fabio Fognini, cabeça de chave número 2. Simpático e talentoso, vestiu até a camisa da seleção brasileira de futebol após uma de suas vitórias. Com a campanha no Rio, será o tenista mais jovem a aparecer no top 100 da ATP, na lista que sairá na segunda-feira. "Estou vivendo momentos especiais aqui. Desde que cheguei, me senti muito bem.  Por onde passei, nos lugares que visitei, senti uma conexão, o público gostou de mim, está me apoiando. Tudo isso me ajudou nas partidas, para chegar na final. Espero que amanhã (domingo) seja assim também", disse o canadense, que com a campanha no Rio Open já está entre os 60 melhores do ranking mundial. Será a primeira partida entre Auger-Aliassime e Djere no circuito. "Ele também está numa ótima semana. Não acho que eu seja o favorito, talvez na visão da torcida. Mas

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O público da grande final do Rio Open viverá um dia especial neste domingo. Assim como acontece na Copa do Mundo, a decisão pelo título ganhará um envelopamento diferente do restante do torneio. A cerimônia de abertura que antecede o jogo entre Laslo Djere e Felix Auger-Aliassime, a partir das 17h, será inédita, com conteúdos exclusivos. Haverá desfile dos boleiros que fazem parte do ATP 500, hino nacional cantado pela cantora Iza, e um mural com o nome de todos os torcedores que adquiriram ingressos para a final. Além disso, haverá também um show ao vivo do cantor e compositor Rodrigo Sha no sax, e um live painting do artista Ment na quadra Guga Kuerten. Depois de o público conhecer o novo campeão, a banda Os Britos fará um show na Praça Rio Open. O grupo foi criado para homenagear o conjunto de rock britânico The Beatles. É formado por Guto Goffi (bateria), do Barão Vermelho, Rodrigo Santos (baixo), ex-baixista do Barão, atualmente forma com Andy Summers (The Police) e Barone (Paralamas) o Call The Police, George Israel (guitarra), compositor, saxofonista e vocalista do grupo Kid Abelha, e Nani Dias (guitarra), que tocou com Lobão, Leo Jaime, Barão e Kid Abelha. A expectativa do Rio Open 2019 é que todos os torcedores se sintam ainda mais uma parte fundamental do torneio, e saiam do Jockey Club com uma nova perspectiva de entretenimento e tecnologia esportiva.
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O esloveno Aljaz Bedene sentiu uma lesão na perna direita e não poderá disputar a semifinal do Rio Open apresentado pela Claro, programada para este sábado, no Jockey Club Brasileiro. Com isso, o sérvio Laslo Djere garantiu a vaga na grande final deste domingo, a primeira dele em um torneio nível ATP 500. "Eu senti dores na perna direita um dia antes da minha estreia no Rio Open. Na partida de ontem (contra o boliviano Hugo Dellien), dei um pique e a dor piorou", explicou Bedene. "Estava ansioso para o confronto contra Djere, depois de bons jogos que fiz na gira sul-americana, e estava gostando de jogar no Rio. Sinto por ter que me retirar da partida, peço desculpas para meus fãs e agradeço o apoio que recebi nesta semana. Espero voltar a jogar no Rio Open." A outra semifinal, entre a sensação do torneio, o canadense Felix Auger-Aliassime, e o uruguaio Pablo Cuevas, campeão de 2016, será neste sábado, às 18h. Na sequência, os brasileiros Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva disputam o título de duplas contra o argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry.  
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O Rio Open apresentado pela Claro será palco de um confronto de gerações na semifinal. O canadense Felix Auger-Aliassime, uma das grandes promessas do circuito, enfrenta o experiente uruguaio Pablo Cuevas, campeão da edição 2016, neste sábado, no segundo jogo da rodada que começa às 17h, no Jockey Club Brasileiro. O jovem de 18 anos busca alcançar sua primeira final da carreira em um torneio nível ATP. Na outra semifinal, às 17h, o sérvio Laslo Djere enfrentará o esloveno Aljaz Bedene. Os ingressos do Rio Open podem ser adquiridos em tudus.com.br/rioopen . Nesta sexta, Auger-Aliassime venceu o espanhol Jaume Munar por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3, no duelo entre dois tenistas Next Gen da ATP. Já Cuevas derrotou o espanhol Albert Ramos-Vinolas por 6/3, 3/6 e 6/3. Será a primeira semifinal de um torneio ATP 500 do canadense. O uruguaio soma seis títulos na carreira, sendo o maior deles no Rio. O tenista do Canadá, de 18 anos, coleciona alguns feitos na carreira. Foi o mais jovem - 14 anos e sete meses - a passar o qualifying e vencer uma partida de torneio nível Challenger, e soma quatro títulos de campeonatos deste nível, marca similar a nomes como do sérvio Novak Djokovic com essa idade. Simpático, Auger-Aliassime diz que desde cedo aprendeu a lidar com as expectativas depositadas nele. "Nunca me senti um prodígio, acho que sou alguém que é bom no que faz. Sempre trabalhei muito e acreditei no meu jogo". O público do Rio Open tem torcido por ele. "A cada vitória aqui, mais pessoas me procuram, vêm falar comigo. Estou muito feliz com isso, é uma sensação boa na quadra ver todos me

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