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  A sétima edição do Rio Open apresentado pela Claro, entre 15 e 23 de fevereiro de 2020, no Jockey Club Brasileiro, tem seu primeiro jogador confirmado: o austríaco Dominic Thiem. Número 5 do mundo e vice-campeão de Roland Garros nos últimos dois anos, o tenista de 26 anos participa da competição pela quinta vez seguida.   Desde o início do evento, em 2014, o Rio Open trouxe jogadores do top 10 do ranking mundial para o público brasileiro. Em 2019, o vencedor foi o sérvio Laslo Djere, em final contra a sensação do ano, o canadense Felix Auger-Aliassime. A última edição recebeu 50 mil espectadores.   Thiem faturou o Rio Open em 2017 e tem a expressiva marca de 14 troféus na carreira, 10 deles no saibro. O austríaco é considerado o melhor especialista na superfície depois do Rei do Saibro, o espanhol Rafael Nadal, que também venceu o maior torneio da América do Sul em 2014.   A temporada de 2019 de Thiem tem grandes resultados, com destaque para mais uma decisão em Roland Garros. Na semifinal, o austríaco derrotou Novak Djokovic em um dos melhores jogos do ano. Ele também conquistou seu primeiro título de Masters 1000 na quadra dura de Indian Wells, com vitória sobre Roger Federer na final. Outros troféus em 2019 vieram agora no ATP 500 de Beijing e no primeiro semestre, no ATP 500 de Barcelona e no ATP 250 de Kitzbuhel. Com essas campanhas, Thiem se classificou para o ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores da temporada, pela quarta vez consecutiva.  "Estou vivendo um ano muito importante na minha carreira, mas já pensando em 2020, fico feliz de confirmar o meu retorno ao

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Foto: Luis Robayo/AFP/Getty Images O tênis foi um dos destaques da grande campanha do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima. O medalhista de ouro, João Menezes, seria o principal cabeça de chave da Maria Esther Bueno Cup de 2018, valendo vaga para o Rio Open, mas se machucou antes da competição. Com o título em Lima, Menezes conquistou uma vaga na Olimpíada de Tóquio, em 2020, garantindo a participação brasileira na chave de simples masculina. O mineiro de 22 anos também disputará o qualifying do US Open nesta semana e pode ser um dos brasileiros no Rio Open de 2019. No feminino, a família Meligeni mostrou novamente que tem o Pan em seu DNA. Carolina Alves, sobrinha do medalhista de ouro dos Jogos de de Santo Domingo (2003) fez semifinal em simples e foi bronze nas duplas com Luisa Stefani.
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Foto: Minas Panagiotakis/Getty Images A ascensão do canadense Felix Auger-Aliassime continua no circuito mundial. Nesta semana, o tenista de 19 anos entrou no top 20 do ranking. O vice-campeão do Rio Open ocupa a 19ª colocação e será cabeça de chave no US Open. Auger-Aliassime foi semifinalista em Miami, finalista em Lyon e Stuttgart e semifinalista em Queen's, mostrando sua versatilidade em todos os pisos. No entanto, a busca pelo primeiro titulo de ATP continua para o prodígio canadense.
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Foto: Matthew Stockman/Getty Images Último Grand Slam da temporada, o US Open começa na próxima segunda (26) com um candidato relevante ao título fora do Big 3. O russo Daniil Medvedev, de 23 anos, viveu semanas espetaculares, com vice-campeonatos no ATP 500 de Washington e no Masters 1000 de Montreal, e o seu primeiro título de Masters em Cincinnati. Medvedev é o número 5 do mundo, atrás apenas do Big 3 (Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer) e de Dominic Thiem. No primeiro semestre, ele já havia mostrado a que veio, com semifinal em Monte Carlo e final em Barcelona. Em Cincinnati, Medvedev derrotou Djokovic na semifinal de virada, com uma apresentação irretocável no terceiro set. O russo é o tenista com mais vitórias na temporada (44) e na quadra dura (31). Além disso, tornou-se o primeiro russo a entrar no top 5 desde Nikolay Davydenko. Medvedev é o campeão de Cincinnati mais novo desde Andy Murray, que tinha 21 anos quando venceu em 2008.
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Foto: Douglas Miller/Keystone/Getty Images O ano de 2019 também é importante para a história do tênis brasileiro em Wimbledon. O primeiro título de simples de Maria Esther Bueno no torneio completou 60 anos. No dia 4 de julho de 1959, nossa rainha venceu o torneio mais tradicional do mundo ao derrotar a americana Darlene Hard por 6/4 e 6/3. O torneio de Wimbledon relembrou o aniversário com um vídeo da final, que destacava o vestido ousado da "bailarina do tênis" e a premiação em que ela recebeu o troféu das mãos da Duquesa de Kent. Maria Esther viria a ganhar o título de simples de Wimbledon mais duas vezes, em 1960 e 1964, além de conquistar o tetracampeonato do US Open. Sem mencionar os títulos de duplas, categoria que fez a brasileira alcançar a marca de 19 troféus de Grand Slam.
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Foto: AELTC/Tim Clayton As últimas semanas foram de bons resultados para o casal Thiago Monteiro e Bia Haddad Maia. Os brasileiros entraram no top 100 do ranking mundial e assim garantiram a entrada direta no US Open, sem a necessidade de disputar o qualifying. Monteiro conquistou o terceiro título de challenger da carreira na última semana no saibro de Braunschweig, na Alemanha. O cearense também havia passado pelo qualifying em Wimbledon, onde enfrentou o japonês Kei Nishikori na primeira rodada da chave principal. Bia superou o quali em Londres e conseguiu a maior vitória de sua carreira em seguida. A paulista derrotou Garbiñe Muguruza, campeã de Wimbledon e de Roland Garros, por sets diretos. Mesmo parando na segunda rodada, Bia subiu o suficiente para confirmar sua presença no último Slam do ano.
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A sexta edição do Rio Open encerrou no domingo, 24, com a vitória de Laslo Djere. O canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, conquistou o público e o vice campeonato. Nas duplas, o argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry conquistaram o título de campeões. O torneio recebeu 50 mil pessoas em sete dias de evento. Quem não pode estar no Jockey Club para acompanhar, teve a opção de assistir pelo Sportv cerca de 46 horas de transmissão e 35 horas no Globo Esporte.com. O sinal da TV foi enviado para 120 países e o material produzido pelos 243 jornalistas credenciados levou todo o clima da competição para o mundo. “Estamos muito felizes com mais essa edição do torneio, que tornou-se uma das grandes atrações do Rio de Janeiro. Mais uma vez, projetamos uma imagem positiva da Cidade para todo o Brasil e para mais de uma centena de países. Conseguimos conjugar economia, atraindo grandes marcas, com uma forte atuação social sob a forma de geração de empregos, tributos para o estado, e educação de centenas de crianças e jovens. No aspecto esportivo, tivemos a grata surpresa de revelar para o Brasil e para o mundo uma nova estrela do tênis mundial, o mais jovem atleta da história do tênis a figurar entre os cem melhores do mundo. Por tudo isso, consideramos essa edição um grande sucesso”, diretora do Rio Open, Márcia Casz. Uma das grandes novidades dessa edição foi o relógio de saque – shot clock – que controla o tempo e impede que tenistas excedam os 25 segundos para sacar.  Na La Boutique, loja oficial do evento, vários produtos esgotaram, como pop socket, imã da quadra, chaveiro de raquete

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O austríaco Dominic Thiem e o argentino Diego Schwartzman, estrelas da sexta edição do Rio Open apresentado pela Claro, já têm data da estreia no maior torneio de tênis da América do Sul. O vice-campeão de Roland Garros 2018 e o campeão da última edição do Rio Open jogarão na terça-feira, na sessão noturna, na quadra Guga Kuerten, no Jockey Club Brasileiro. Os ingressos podem ser adquiridos em tudus.com.br/rioopen. A chave principal do Rio Open começa na segunda-feira. Thiem, de 25 anos, e atual oitavo do mundo, tem 11 títulos na carreira. Venceu o Rio Open em 2017. No ano passado, conquistou três títulos e perdeu a final de Roland Garros para o espanhol Rafael Nadal. Já Schwartzman foi campeão do Rio Open no ano passado, seu primeiro título de um ATP 500. A chave principal do Rio Open tem outros dois jogadores entre os 25 do mundo: os italianos Fabio Fognini, 15º, e Marco Cecchinato, 18º. O Brasil tem dois tenistas garantidos, o cearense Thiago Monteiro e o jovem paranaense Thiago Wild. O sorteio da chave acontece neste sábado às 18hs.  
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Disputando o Rio Open juntos pela primeira vez desde 2016, os brasileiros Bruno Soares e Marcelo Melo terão pela frente a dupla formada pelo italiano Fabio Fognini e pelo argentino Juan Ignacio Londero na rodada de abertura do torneio de duplas do Rio Open apresentado pela Claro. Melo e Soares tentarão dar ao Brasil seu primeiro título de duplas no torneio que será disputado no Jockey Club Brasileiro a partir desta segunda-feira, 18 de fevereiro. Vice-campeões do Australian Open em 2018 e segunda melhor parceria da última temporada, os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah iniciarão a disputa pelo terceiro título do Rio Open contra os argentinos Guido Pella e Diego Schwartzman, atual campeão de simples no Rio. Já o gaúcho Marcelo Demoliner, que jogará ao lado do dinamarquês Frederik Nielsen, enfrentará o espanhol Marc Lopez, campeão de duplas de Roland Garros em 2016, e Pablo Cuevas, campeão do Grand Slam francês em 2008 (duplas) e do Rio Open em 2016 (simples). Jogando juntos pela primeira vez, o cearense Thiago Monteiro e o carioca Fernando Romboli, em ascensão no circuito de duplas e atual 123ª do ranking, encaram o dueto britânico Luke Bambridge e Jonny O'Mara na rodada de abertura do torneio. Já os paulistas Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva, que receberam o wild card para disputar o evento no Rio, terão de esperar os jogos do qualifying, que acontecem neste final de semana, para saber os adversários da estreia. Completam ainda a rodada de abertura da chave de duplas do Rio Open os seguintes jogos: Malek Jaziri (TUN) e Leonardo Mayer (ARG) contra Roman Jebavy (CZE) e Andres Molteni (ARG), Marco Cecchinato (ITA) e Duasn Lajovic (SRB) contra Maximo Gonzalez (ARG) e Nicolas Jarry (CHI) e ainda Austin

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Com sua estreia em 2014, o Rio Open cresce em conteúdo, interatividade, entretenimento e tecnologia a cada ano, valorizando cada vez mais o serviço olímpico denominado Sport Presentation! Seguindo o conceito de Fan Experience, Sport Presentation transforma o evento em uma experiência única e inesquecível! Informar, educar, entreter e engajar o público, os atletas e os patrocinadores através de ações criadas dentro de um estudo demográfico dos espectadores, do Rio de Janeiro e do tênis. Em 2019, com o objetivo de inovar no entretenimento e na tecnologia a IMM em parceria com a SP2 Brazil, traz ações para aproximar cada vez mais o público do evento, fazendo com que cada espectador se sinta uma parte ativa do torneio. As inovações começam na Praça Rio Open, onde tecnologias desenvolvidas em exclusividade para o Rio Open, trarão interatividade entre espectadores e máquina. Aplicativos, jogos, câmeras remotas e outras inovações, estabelecerão uma comunicação direta entre os participantes, os espectadores do torneio e o próprio telão. Este será uma das estrelas desta edição; ele ganhará vida própria e se comunicará com quem estiver passando na Praça, conversando e projetando ao vivo a dinâmica das ações. Tudo isso ainda aproximará a parte esportiva do torneio - que acontece nas quadras -, da parte cultural do evento, criando assim um ambiente cheio de experiências. As maiores inovações serão o MATCH POINT, um jogo interativo que transforma o torcedor em atleta finalista do Rio Open; o CHALLENGE OPEN, um desafio que contará com a participação do telão externo e poderá dar prêmios incríveis para torcedores corajosos; e o TORCIDÔMETRO, que medirá a torcida de cada tenista, a partir das quartas de final. Já na Quadra Guga Kuerten,

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