O Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, chega a sua sétima edição em 2020 com algumas novidades. Seguindo a premissa de fomentar a modalidade durante o ano inteiro, seja incentivando crianças, projetos sociais ou desenvolvendo jovens, o evento acredita que a próxima geração do tênis brasileiro já começou a ser formada. Por isso, já em 2019, o Rio Open apresenta  duas iniciativas muito importantes que ajudarão a firmar cada vez mais esse compromisso. Mais especificamente para o público infantil, serão realizadas oito etapas seletivas para conhecer os participantes do Rio Open Kids. Os campeões da série de oito torneios – quatro no estado do Rio, em parceria com a Associação Tênis RJ, e quatro fora (São Paulo, Brasília, Minas Gerais e Paraná) em parceria com as federações garantirão vaga. O Rio Open Kids será disputado no dia 23 de fevereiro, paralelamente à final do ATP 500. As etapas seletivas não terão número limite de inscritos e serão disputados em 3 categorias: oito, nove e dez anos.   A primeira etapa acontece agora em outubro, no Rio de Janeiro. De olho na capacitação de professores, serão realizadas quatro jornadas de treinamentos no estado do Rio de Janeiro, ministradas por Domingos Venâncio, ex-tenista profissional e capacitador chancelado pela USPTR (United States Professional Tennis Registry) e Departamento de Capacitação da CBT (Confederação Brasileira de Tênis). Os cursos tratam do tema Kids de maneira lúdica sem perder o foco no desenvolvimento da criança para fins de competição com muitos exercícios práticos além da parte teórica. Os cursos são baseados no sistema PLAY and Stay da CBT/ITF e terão duração de 1 dia, contemplando tanto parte teórica quanto parte prática. Todos os alunos receberão apostila com 50 exercícios que podem ser facilmente aplicados. “Desde a primeira edição do

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Foto: Luis Robayo/AFP/Getty Images O tênis foi um dos destaques da grande campanha do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima. O medalhista de ouro, João Menezes, seria o principal cabeça de chave da Maria Esther Bueno Cup de 2018, valendo vaga para o Rio Open, mas se machucou antes da competição. Com o título em Lima, Menezes conquistou uma vaga na Olimpíada de Tóquio, em 2020, garantindo a participação brasileira na chave de simples masculina. O mineiro de 22 anos também disputará o qualifying do US Open nesta semana e pode ser um dos brasileiros no Rio Open de 2019. No feminino, a família Meligeni mostrou novamente que tem o Pan em seu DNA. Carolina Alves, sobrinha do medalhista de ouro dos Jogos de de Santo Domingo (2003) fez semifinal em simples e foi bronze nas duplas com Luisa Stefani.
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Foto: Minas Panagiotakis/Getty Images A ascensão do canadense Felix Auger-Aliassime continua no circuito mundial. Nesta semana, o tenista de 19 anos entrou no top 20 do ranking. O vice-campeão do Rio Open ocupa a 19ª colocação e será cabeça de chave no US Open. Auger-Aliassime foi semifinalista em Miami, finalista em Lyon e Stuttgart e semifinalista em Queen's, mostrando sua versatilidade em todos os pisos. No entanto, a busca pelo primeiro titulo de ATP continua para o prodígio canadense.
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Foto: Matthew Stockman/Getty Images Último Grand Slam da temporada, o US Open começa na próxima segunda (26) com um candidato relevante ao título fora do Big 3. O russo Daniil Medvedev, de 23 anos, viveu semanas espetaculares, com vice-campeonatos no ATP 500 de Washington e no Masters 1000 de Montreal, e o seu primeiro título de Masters em Cincinnati. Medvedev é o número 5 do mundo, atrás apenas do Big 3 (Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer) e de Dominic Thiem. No primeiro semestre, ele já havia mostrado a que veio, com semifinal em Monte Carlo e final em Barcelona. Em Cincinnati, Medvedev derrotou Djokovic na semifinal de virada, com uma apresentação irretocável no terceiro set. O russo é o tenista com mais vitórias na temporada (44) e na quadra dura (31). Além disso, tornou-se o primeiro russo a entrar no top 5 desde Nikolay Davydenko. Medvedev é o campeão de Cincinnati mais novo desde Andy Murray, que tinha 21 anos quando venceu em 2008.
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Foto: Douglas Miller/Keystone/Getty Images O ano de 2019 também é importante para a história do tênis brasileiro em Wimbledon. O primeiro título de simples de Maria Esther Bueno no torneio completou 60 anos. No dia 4 de julho de 1959, nossa rainha venceu o torneio mais tradicional do mundo ao derrotar a americana Darlene Hard por 6/4 e 6/3. O torneio de Wimbledon relembrou o aniversário com um vídeo da final, que destacava o vestido ousado da "bailarina do tênis" e a premiação em que ela recebeu o troféu das mãos da Duquesa de Kent. Maria Esther viria a ganhar o título de simples de Wimbledon mais duas vezes, em 1960 e 1964, além de conquistar o tetracampeonato do US Open. Sem mencionar os títulos de duplas, categoria que fez a brasileira alcançar a marca de 19 troféus de Grand Slam.
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Foto: AELTC/Tim Clayton As últimas semanas foram de bons resultados para o casal Thiago Monteiro e Bia Haddad Maia. Os brasileiros entraram no top 100 do ranking mundial e assim garantiram a entrada direta no US Open, sem a necessidade de disputar o qualifying. Monteiro conquistou o terceiro título de challenger da carreira na última semana no saibro de Braunschweig, na Alemanha. O cearense também havia passado pelo qualifying em Wimbledon, onde enfrentou o japonês Kei Nishikori na primeira rodada da chave principal. Bia superou o quali em Londres e conseguiu a maior vitória de sua carreira em seguida. A paulista derrotou Garbiñe Muguruza, campeã de Wimbledon e de Roland Garros, por sets diretos. Mesmo parando na segunda rodada, Bia subiu o suficiente para confirmar sua presença no último Slam do ano.
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Foto: Laurence Griffiths/Getty Images Em uma das finais de Grand Slam mais memoráveis dos últimos tempos, Novak Djokovic se tornou pentacampeão de Wimbledon. O sérvio derrotou o suíço Roger Federer por 3 a 2, com parciais de 7/6(5), 1/6, 7/6(4), 4/6 e 13/12 após 4h57 de partida, neste domingo. O número 1 do mundo chegou a salvar dois match points na última parcial. Com mais uma vitória na grama londrina, o sérvio soma 16 troféus de Grand Slam. Rafael Nadal tem 18 e Federer é o recordista entre os homens com 20. O suíço segue sem vencer o rival sérvio desde 2015 no circuito e desde 2012 em jogos de Grand Slam. No ano de estreia da regra que determina um tiebreak se o quinto set chegar a 12/12, o recurso foi usado apenas duas vezes: em um jogo de duplas e na final de simples masculina. Esta foi uma das novidades de Wimbledon neste ano, além da inauguração do teto retrátil na Quadra 1. Uma das boas surpresas do torneio foi a chegada do argentino Guido Pella às quartas de final, derrotando os finalistas de Wimbledon em outros anos Kevin Anderson e Milos Raonic. Foi a melhor campanha em Grand Slam do canhoto, número 24 do mundo.
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A sexta edição do Rio Open encerrou no domingo, 24, com a vitória de Laslo Djere. O canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, conquistou o público e o vice campeonato. Nas duplas, o argentino Maximo Gonzalez e o chileno Nicolas Jarry conquistaram o título de campeões. O torneio recebeu 50 mil pessoas em sete dias de evento. Quem não pode estar no Jockey Club para acompanhar, teve a opção de assistir pelo Sportv cerca de 46 horas de transmissão e 35 horas no Globo Esporte.com. O sinal da TV foi enviado para 120 países e o material produzido pelos 243 jornalistas credenciados levou todo o clima da competição para o mundo. “Estamos muito felizes com mais essa edição do torneio, que tornou-se uma das grandes atrações do Rio de Janeiro. Mais uma vez, projetamos uma imagem positiva da Cidade para todo o Brasil e para mais de uma centena de países. Conseguimos conjugar economia, atraindo grandes marcas, com uma forte atuação social sob a forma de geração de empregos, tributos para o estado, e educação de centenas de crianças e jovens. No aspecto esportivo, tivemos a grata surpresa de revelar para o Brasil e para o mundo uma nova estrela do tênis mundial, o mais jovem atleta da história do tênis a figurar entre os cem melhores do mundo. Por tudo isso, consideramos essa edição um grande sucesso”, diretora do Rio Open, Márcia Casz. Uma das grandes novidades dessa edição foi o relógio de saque – shot clock – que controla o tempo e impede que tenistas excedam os 25 segundos para sacar.  Na La Boutique, loja oficial do evento, vários produtos esgotaram, como pop socket, imã da quadra, chaveiro de raquete

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A grande final do Rio Open surpreendeu o público que foi ao Jockey Club Brasileiro. Assim como acontece na Copa do Mundo, a decisão teve um envelopamento diferente do restante do torneio. A cantora Iza emocionou a torcida ao interpretar o hino nacional. O telão exibiu os nomes dos torcedores que compraram ingressos para a decisão. Ao som do sax do cantor e compositor Rodrigo Sha, o artista Ment fez um live painting com um grafite da brasileira Maria Esther Bueno, segurando o troféu de Wimbledon. Em seguida, o telão mostrou imagens da vitoriosa carreira da tenista, que morreu no ano passado. Após a vitória de Djere, a Praça Rio Open ficou cheia para o show da banda Os Britos, criada para homenagear o conjunto de rock britânico The Beatles. O grupo é formado por Guto Goffi (bateria), do Barão Vermelho, Rodrigo Santos (baixo), ex-baixista do Barão, atualmente forma com Andy Summers (The Police) e Barone (Paralamas) o Call The Police, George Israel (guitarra), compositor, saxofonista e vocalista do grupo Kid Abelha, e Nani Dias (guitarra), que tocou com Lobão, Leo Jaime, Barão e Kid Abelha. Com essas ações, o Rio Open deseja que os torcedores se sintam parte fundamental do torneio, e saiam do evento com uma nova perspectiva de entretenimento e tecnologia esportiva. Diretor do Rio Open comemora bom público na edição 2019  O diretor do Rio Open, Luiz Carvalho, comemorou a realização da sexta edição do torneio. "Estimamos um público superior a 50 mil torcedores, melhor que os dois últimos anos. A rodada de sábado parecia como a dos anos em que o Nadal (espanhol Rafael Nadal) veio. A cada ano que passa, nosso torneio cresce", disse Lui,

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O sérvio Laslo Djere surpreendeu a sensação do torneio, o canadense Felix Auger-Aliassime, e conquistou a sexta edição do Rio Open, neste domingo, no Jockey Club Brasileiro. O jogador de 23 anos venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, em 2h01min de jogo e se emocionou ao receber o seu primeiro troféu de um torneio ATP das mãos de Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros. Em seu discurso pelo título, quase chorou ao lembrar dos pais, já falecidos. "Sonhei com esse momento toda minha vida. Dedico essa conquista aos meus pais. Perdi minha mãe há sete anos, e meu pai há dois meses. Eles sempre me apoiaram, sou o que sou graças a eles. São a razão de eu estar aqui hoje, e espero que de alguma maneira estejam assistindo essa conquista", disse o jogador, emocionando o público na arquibancada. Djere ganhou premiação de R$ 1.402.200 e vai somar 500 pontos no ranking, figurando entre os top 40, sua melhor posição na carreira, na lista que sairá nesta segunda-feira. Ele chegou no Rio em 91º lugar. Já Auger-Aliassime, que também fez história no Rio Open, ao se tornar o mais jovem tenista desde 2009 a disputar uma final de ATP, recebeu R$ 704.235, além de 300 pontos na classificação. A partir desta 2a. feira será o mais novo e único tenista nascido neste século entre os 50 do mundo. O Rio Open faz parte do ATP World Tour, que reúne 13 torneios desse porte, sendo apenas três no piso de saibro - Barcelona e Hamburgo são os outros. O sérvio chegou à final sem precisar jogar a semi, porque seu adversário, o esloveno Aljaz Bedene,

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