Antes de a quadra revelar o grande campeão, a final do Rio Open 2026 será marcada por um dos momentos mais emblemáticos do torneio: a execução do hino nacional. Em sua 12ª edição, o hino será interpretado por uma bateria formada por crianças e jovens ritmistas de diferentes escolas de samba, sob a regência de Pretinho da Serrinha, com participação de Miguelzinho do Cavaco, no domingo pós-Carnaval, dia da decisão.
O ensaio da apresentação aconteceu nesta segunda-feira (26), na Cidade do Samba, e já deu a dimensão da carga emocional que o momento deve imprimir à final. A condução em formato de bateria amplia o impacto coletivo do ritual e contribui para o clima de tensão e expectativa que antecede o match decisivo do torneio.
“Dirigir a execução do Hino Nacional na grande final do Rio Open é uma honra imensa. Estamos falando de um torneio de tênis internacional, que projeta o Rio de Janeiro para o mundo. Como diretor musical, poder comandar uma apresentação com 21 jovens ritmistas acompanhando o, também jovem, Miguel do Cavaco, logo no domingo pós-Carnaval, é muito simbólico. É uma chance real de estimular sonhos e abrir caminhos, criando pontes entre cultura, esporte e formação; é aproximar esses talentos de experiências que transformam vidas”, diz Pretinho
“Participar da execução do Hino Nacional na final do Rio Open é uma emoção difícil de descrever. É um momento de grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, de muito orgulho. Estamos falando do maior torneio de tênis da América do Sul, e poder abrir uma final desse porte por meio da música é algo que marca a vida. Dividir esse momento com o Pretinho, uma grande referência para mim e para a música brasileira, torna tudo ainda mais especial. É a união de esporte, cultura e Brasil em um só momento”, afirma Miguelzinho do Cavaco.
Ao levar o samba para o centro da quadra, o Rio Open faz o caminho inverso do habitual: depois de conduzir atletas como Rafael Nadal, Gustavo Kuerten e Fabio Fognini à experiência do Carnaval, agora incorpora a maior expressão cultural da cidade ao ritual de encerramento do torneio.
“Esta edição tem tudo para ser das mais especiais, pois, por uma feliz coincidência de datas, o Rio Open vai acontecer junto com o carnaval, a nossa festa maior. Vamos ter o cenário perfeito, com a Cidade em festa, reunindo pessoas cheias de energia em busca de alegria e diversão. Para celebrar essa conexão, vamos ter o talento de Pretinho da Serrinha regendo uma bateria formada por jovens ritmistas, acompanhados por Miguelzinho do Cavaco, na execução do hino nacional na final do Rio Open. Vai ser uma grande celebração unindo o esporte e a cultura”, diz Marcia Casz, diretora geral do Rio Open
Maior torneio de tênis da América do Sul, o Rio Open construiu ao longo dos anos uma relação consistente com a cidade e com a cultura brasileira. O hino, em especial, tornou-se um ponto alto da programação, funcionando como um elo simbólico entre o esporte de alto rendimento e a identidade cultural do Rio de Janeiro.
Entre os artistas que já protagonizaram esse momento especial estão Iza, Seu Jorge, Fernanda Abreu, Julia Mestre, Agnes Nunes e a Orquestra da Maré — nomes que ajudam a consolidar a tradição musical do torneio às vésperas da definição do título.
