A organização do Rio Open apresentado pela Claro anunciou os últimos convites das chaves de simples do torneio, que acontece entre os dias 14 e 22 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro. Thiago Wild recebeu o terceiro convite para a chave principal, enquanto Thiago Monteiro e Gustavo Heide completam o line-up do qualifying.
Wild, velho conhecido das quadras do Jockey e atual número 2 do Brasil, está garantido na chave principal e se junta aos compatriotas João Fonseca e João Lucas Reis na busca por um título para o país. O paranaense de 25 anos disputará o Rio Open pela sétima vez e tem como melhor resultado as quartas de final em 2024. Um dos momentos mais marcantes da história do torneio também leva sua assinatura: a vitória sobre Alejandro Davidovich Fokina, em 2020, na partida mais longa já disputada no evento.
“Muito feliz de mais um ano poder jogar o Rio Open, meu torneio favorito, é uma emoção única. Depois do momento que passei ano passado, uma temporada muito complicada, eu queria deixar meu agradecimento ao Luiz Carvalho, ao Thomaz Costa, ao Ricardo Acioly, à toda a equipe do Rio Open que sempre acreditou em mim, sempre me apoiou. Vai ser uma semana especial pra mim e vou dar meu máximo pelo torneio”, falou Thiago Wild.
No qualifying, o Brasil terá mais dois representantes em busca de uma das quatro vagas finais na chave principal. Além de Guto Miguel, primeiro wildcard da fase classificatória, Thiago Monteiro e Gustavo Heide também receberam convites para o qualifying, que será disputado nos dias 14 e 15 de fevereiro.
Monteiro é o brasileiro com mais jogos e vitórias em simples na história do Rio Open. Aos 31 anos, o canhoto disputará o torneio pela 11ª vez, justamente onde iniciou uma trajetória marcante no circuito. Em 2016, protagonizou uma de suas maiores vitórias ao eliminar o francês Jo-Wilfried Tsonga, então número 9 do mundo. Em 2024, voltou às quartas de final, repetindo a campanha de 2017, quando venceu Dominic Thiem.
“Fico muito feliz com a chance de jogar mais um Rio Open. É um torneio especial para mim, ainda mais agora, depois de um período de recuperação de lesões. Jogar em casa, perto da família e dos amigos, em um evento que marcou a minha carreira, que foi uma virada de chave, é sempre especial. Vou focar jogo a jogo e buscar um bom resultado. Passar o quali mentalmente te dá mais confiança para começar bem a chave”, afirmou Monteiro.
Já Heide vai para sua quarta participação no Rio Open. Aos 23 anos, o paulista ocupa atualmente a 253ª posição do ranking da ATP e esteve no qualifying do Australian Open em janeiro. Em alta na reta final de 2025, ele conquistou o título do Challenger de Florianópolis após se recuperar de uma lesão nas costas.
“É sempre muito especial jogar o Rio Open, um torneio incrível e jogar no Brasil, na cidade que eu moro, deixa isso ainda melhor! Podendo jogar em casa faz muita diferença, ainda mais que venho me sentindo super bem em quadra. Sem dúvida estou muito motivado e espero que seja uma grande semana para mim, que eu tenha bons resultados e consiga apresentar um bom nível de tênis.Assim tenho certeza que conseguirei avançar cada vez mais no torneio", comentou Heide.
“A definição dos wild cards sempre leva em conta uma combinação de fatores, e o ranking acaba sendo um termômetro importante nesse processo. Buscamos jogadores que estejam em um momento competitivo, com histórico no circuito e condições reais de brigar por bons resultados no torneio. Nunca é uma decisão fácil, porque há muitos atletas merecedores, mas precisamos fazer escolhas técnicas pensando no nível da competição e no bem que vai fazer aos jogadores”, explicou Luiz Carvalho, diretor do Rio Open.
O resgate gratuito de ingressos para o qualifying começa no dia 10 de fevereiro, às 11h, pelo site eventim.com.br/rioopenqualifying. Os ingressos são gratuitos, limitados e sujeitos à disponibilidade, com limite de duas entradas por CPF, por dia.
Wild, velho conhecido das quadras do Jockey e atual número 2 do Brasil, está garantido na chave principal e se junta aos compatriotas João Fonseca e João Lucas Reis na busca por um título para o país. O paranaense de 25 anos disputará o Rio Open pela sétima vez e tem como melhor resultado as quartas de final em 2024. Um dos momentos mais marcantes da história do torneio também leva sua assinatura: a vitória sobre Alejandro Davidovich Fokina, em 2020, na partida mais longa já disputada no evento.
“Muito feliz de mais um ano poder jogar o Rio Open, meu torneio favorito, é uma emoção única. Depois do momento que passei ano passado, uma temporada muito complicada, eu queria deixar meu agradecimento ao Luiz Carvalho, ao Thomaz Costa, ao Ricardo Acioly, à toda a equipe do Rio Open que sempre acreditou em mim, sempre me apoiou. Vai ser uma semana especial pra mim e vou dar meu máximo pelo torneio”, falou Thiago Wild.
No qualifying, o Brasil terá mais dois representantes em busca de uma das quatro vagas finais na chave principal. Além de Guto Miguel, primeiro wildcard da fase classificatória, Thiago Monteiro e Gustavo Heide também receberam convites para o qualifying, que será disputado nos dias 14 e 15 de fevereiro.
Monteiro é o brasileiro com mais jogos e vitórias em simples na história do Rio Open. Aos 31 anos, o canhoto disputará o torneio pela 11ª vez, justamente onde iniciou uma trajetória marcante no circuito. Em 2016, protagonizou uma de suas maiores vitórias ao eliminar o francês Jo-Wilfried Tsonga, então número 9 do mundo. Em 2024, voltou às quartas de final, repetindo a campanha de 2017, quando venceu Dominic Thiem.
“Fico muito feliz com a chance de jogar mais um Rio Open. É um torneio especial para mim, ainda mais agora, depois de um período de recuperação de lesões. Jogar em casa, perto da família e dos amigos, em um evento que marcou a minha carreira, que foi uma virada de chave, é sempre especial. Vou focar jogo a jogo e buscar um bom resultado. Passar o quali mentalmente te dá mais confiança para começar bem a chave”, afirmou Monteiro.
Já Heide vai para sua quarta participação no Rio Open. Aos 23 anos, o paulista ocupa atualmente a 253ª posição do ranking da ATP e esteve no qualifying do Australian Open em janeiro. Em alta na reta final de 2025, ele conquistou o título do Challenger de Florianópolis após se recuperar de uma lesão nas costas.
“É sempre muito especial jogar o Rio Open, um torneio incrível e jogar no Brasil, na cidade que eu moro, deixa isso ainda melhor! Podendo jogar em casa faz muita diferença, ainda mais que venho me sentindo super bem em quadra. Sem dúvida estou muito motivado e espero que seja uma grande semana para mim, que eu tenha bons resultados e consiga apresentar um bom nível de tênis.Assim tenho certeza que conseguirei avançar cada vez mais no torneio", comentou Heide.
“A definição dos wild cards sempre leva em conta uma combinação de fatores, e o ranking acaba sendo um termômetro importante nesse processo. Buscamos jogadores que estejam em um momento competitivo, com histórico no circuito e condições reais de brigar por bons resultados no torneio. Nunca é uma decisão fácil, porque há muitos atletas merecedores, mas precisamos fazer escolhas técnicas pensando no nível da competição e no bem que vai fazer aos jogadores”, explicou Luiz Carvalho, diretor do Rio Open.
O resgate gratuito de ingressos para o qualifying começa no dia 10 de fevereiro, às 11h, pelo site eventim.com.br/rioopenqualifying. Os ingressos são gratuitos, limitados e sujeitos à disponibilidade, com limite de duas entradas por CPF, por dia.
