O Rio Open apresentado pela Claro terá novamente o italiano Matteo Berrettini em ação quatro anos depois da sua primeira passagem pelo torneio ATP 500 carioca. Em busca do título que não conseguiu na oportunidade anterior, ele falou neste sábado na sala de imprensa do Jockey Club Brasileiro sobre a forma como retorna ao Brasil.
Berrettini, que foi vice-campeão de Wimbledon em 2021 e já foi número 6 do ranking de simples da ATP, encara na primeira rodada na edição atual o também italiano Lorenzo Sonego. Na volta ao Rio, ele destacou o quão é especial estar no maior torneio de tênis da América do Sul.
"Estou muito feliz, já faz quatro anos que eu vim e estou contente porque, como todo mundo sabe, eu tenho família aqui, tenho bons amigos e é uma cidade que eu amo, acho que a atmosfera que eu vivi aqui há quatro anos foi muito legal, embora tenha chovido muito, então dedos cruzados para esta semana, e não vejo a hora que comece", disse o italiano.
Berrettini também contou como é a sua relação com o país, em especial com o Rio de Janeiro, que é a cidade de sua avó materna, o que o trouxe desde criança às terras cariocas.
"Eu tenho muitas lembranças. Eu me lembro de vir aqui, de ir à praia, beber água de coco, e pedir à minha mãe para comprar queijo coalho na praia. Eu lembro que mal podia esperar minha avó voltar para trazer algumas coisas que hoje você consegue encontrar na Itália, na Europa um pouco, mas na época, quando eu era criança, não era fácil. Estou muito empolgado de estar aqui e ter este tipo de comida", completou.
O italiano também destacou que está tentando aprender o português, embora ainda não se sinta seguro o suficiente para falar o idioma.
"Eu não falo português, infelizmente, mas consigo entender. Não me pergunte algo em português, mas eu entendo quando vocês falam um pouco mais devagar e estou tentando aprender", conclui.
Berrettini, que foi vice-campeão de Wimbledon em 2021 e já foi número 6 do ranking de simples da ATP, encara na primeira rodada na edição atual o também italiano Lorenzo Sonego. Na volta ao Rio, ele destacou o quão é especial estar no maior torneio de tênis da América do Sul.
"Estou muito feliz, já faz quatro anos que eu vim e estou contente porque, como todo mundo sabe, eu tenho família aqui, tenho bons amigos e é uma cidade que eu amo, acho que a atmosfera que eu vivi aqui há quatro anos foi muito legal, embora tenha chovido muito, então dedos cruzados para esta semana, e não vejo a hora que comece", disse o italiano.
Berrettini também contou como é a sua relação com o país, em especial com o Rio de Janeiro, que é a cidade de sua avó materna, o que o trouxe desde criança às terras cariocas.
"Eu tenho muitas lembranças. Eu me lembro de vir aqui, de ir à praia, beber água de coco, e pedir à minha mãe para comprar queijo coalho na praia. Eu lembro que mal podia esperar minha avó voltar para trazer algumas coisas que hoje você consegue encontrar na Itália, na Europa um pouco, mas na época, quando eu era criança, não era fácil. Estou muito empolgado de estar aqui e ter este tipo de comida", completou.
O italiano também destacou que está tentando aprender o português, embora ainda não se sinta seguro o suficiente para falar o idioma.
"Eu não falo português, infelizmente, mas consigo entender. Não me pergunte algo em português, mas eu entendo quando vocês falam um pouco mais devagar e estou tentando aprender", conclui.
