O português Jaime Faria repetiu o feito de 2025 e se garantiu nas quartas de final do Rio Open apresentado pela Claro ao vencer nesta quinta-feira o bósnio Damir Dzumhur na Quadra 1 do Jockey Club Brasileiro.
Faria já havia desbancado o bicampeão Sebastian Baez na primeira rodada e mais uma vez fechou em dois sets, desta vez contra Dzumhur, com parciais de 7/6(1) e 6/4, em 2h03.
“Não comecei muito bem, estava um pouco nervoso que o normal. Sabia que havia muita coisa em jogo, muitos pontos a defender do ano passado. Um jogador difícil e experiente, mas consegui encontrar o meu ritmo pouco e pouco, acho que ele tinha um plano bem desenhado e eu consegui perceber um pouco desde o início”, disse Faria.
Novamente entrando como lucky loser na chave principal, o português disse se sentir em casa no Brasil e espera contar com a torcida brasileira, já que só poderia encontrar João Fonseca na chave em uma eventual final.
“Eu espero enfrentar o Fonseca, que significaria que estaria na final. Mas é bom, no ano passado eu lembro que estava nas quartas de final, já não havia brasileiro nenhum e vocês até me disseram o mesmo. Portanto, não tem pressão nenhuma”, disse Faria.
“Eu gosto muito do público brasileiro, desde estejam torcendo por mim. E dá uma energia extra na verdade sentir a paixão do público. Éé diferenciado e acho que estes torneios têm isso único no circuito, às vezes até me sinto mais em casa aqui do que em Portugal. Não digam isso a ninguém”, completou.
Na busca por uma inédita semifinal, Faria vai enfrentar o argentino Tomas Etcheverry, cabeça de chave número 8, que venceu o lituano Vilius Gaubas nesta quinta-feira.
Faria já havia desbancado o bicampeão Sebastian Baez na primeira rodada e mais uma vez fechou em dois sets, desta vez contra Dzumhur, com parciais de 7/6(1) e 6/4, em 2h03.
“Não comecei muito bem, estava um pouco nervoso que o normal. Sabia que havia muita coisa em jogo, muitos pontos a defender do ano passado. Um jogador difícil e experiente, mas consegui encontrar o meu ritmo pouco e pouco, acho que ele tinha um plano bem desenhado e eu consegui perceber um pouco desde o início”, disse Faria.
Novamente entrando como lucky loser na chave principal, o português disse se sentir em casa no Brasil e espera contar com a torcida brasileira, já que só poderia encontrar João Fonseca na chave em uma eventual final.
“Eu espero enfrentar o Fonseca, que significaria que estaria na final. Mas é bom, no ano passado eu lembro que estava nas quartas de final, já não havia brasileiro nenhum e vocês até me disseram o mesmo. Portanto, não tem pressão nenhuma”, disse Faria.
“Eu gosto muito do público brasileiro, desde estejam torcendo por mim. E dá uma energia extra na verdade sentir a paixão do público. Éé diferenciado e acho que estes torneios têm isso único no circuito, às vezes até me sinto mais em casa aqui do que em Portugal. Não digam isso a ninguém”, completou.
Na busca por uma inédita semifinal, Faria vai enfrentar o argentino Tomas Etcheverry, cabeça de chave número 8, que venceu o lituano Vilius Gaubas nesta quinta-feira.
