Mantendo sua tradição de homenagear grandes nomes do tênis no país, o Rio Open, maior torneio da América do Sul, irá prestar tributo ao ex-tenista e técnico Ivan Kley, que morreu no início do ano passado, aos 66 anos. A competição que acontece no Jockey Club Brasileiro será realizada entre os dias 14 e 22 de fevereiro.
Kley foi um dos principais tenistas brasileiros na década de 1980, destacando-se tanto em simples como principalmente em duplas. Natural de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, começou a jogar aos oito anos de idade e atuou como profissional entre 1979 e 1991.
Em simples chegou ao 81º lugar do ranking mundial em 29 de dezembro de 1986. Nas duplas foi ainda mais longe: chegou a figurar como o 56º tenista do mundo na lista de 29 de julho de 1985, ano em que conquistou seu único título de nível ATP, em Madri, jogando ao lado de Givaldo Barbosa. Em 1990, fazendo dupla com Vicente Solves, conquistou o título do Challenger de Gramado.
Kley jogou em três dos quatro Grand Slams do calendário: Wimbledon, Roland Garros e US Open. Ele também representou o Brasil em confrontos da Copa Davis contra o Uruguai, em 1987, e contra a Espanha, no ano seguinte, quando atuou em simples e em duplas.
Depois de se aposentar das quadras, Kley manteve a forte ligação com o tênis atuando como técnico, dirigente e formador de atletas. Costumava dizer que a melhor forma para um tenista treinar constância era no paredão, pois como a parede não erra o jogador aprende a não errar também. Seu legado se estende também fora das quadras, sendo reconhecido como um nome importante da história do esporte no Brasil e como referência para as próximas gerações.
Pai do músico Vitor Kley, foi um dos primeiros tenistas brasileiros a usar o marketing no esporte. Kley buscava patrocinadores e os colocava em seus bonés e camisetas quando entrava em quadra e depois enviava as fotos de jornais e revistas para os apoiadores. Tudo em uma época em que isso ainda não era regularizado como hoje em dia.
Coincidentemente, um de seus principais adversários em quadra foi Cássio Motta, homenageado no ano passado pelo Rio Open. Kley também jogou contra outros nomes de destaque desta geração, como Luiz Mattar e Marcos Hocevar.
Desde sua primeira edição, em 2014, o Rio Open apresenta a uma nova geração os ídolos que construíram a história do tênis no Brasil. Outros homenageados foram Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch, Nick Bollettieri, Antônio Carlos de Almeida Braga (Braguinha), Fernando Meligeni, Alcides Procopio, Luiz Mattar, Cássio Motta, André Silva, Carlos Kirmayr, Larri Passos, Jaime Oncins, Flavio Saretta, Rogerio Dutra Silva, Thomaz Bellucci e Bruno Soares.
Kley foi um dos principais tenistas brasileiros na década de 1980, destacando-se tanto em simples como principalmente em duplas. Natural de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, começou a jogar aos oito anos de idade e atuou como profissional entre 1979 e 1991.
Em simples chegou ao 81º lugar do ranking mundial em 29 de dezembro de 1986. Nas duplas foi ainda mais longe: chegou a figurar como o 56º tenista do mundo na lista de 29 de julho de 1985, ano em que conquistou seu único título de nível ATP, em Madri, jogando ao lado de Givaldo Barbosa. Em 1990, fazendo dupla com Vicente Solves, conquistou o título do Challenger de Gramado.
Kley jogou em três dos quatro Grand Slams do calendário: Wimbledon, Roland Garros e US Open. Ele também representou o Brasil em confrontos da Copa Davis contra o Uruguai, em 1987, e contra a Espanha, no ano seguinte, quando atuou em simples e em duplas.
Depois de se aposentar das quadras, Kley manteve a forte ligação com o tênis atuando como técnico, dirigente e formador de atletas. Costumava dizer que a melhor forma para um tenista treinar constância era no paredão, pois como a parede não erra o jogador aprende a não errar também. Seu legado se estende também fora das quadras, sendo reconhecido como um nome importante da história do esporte no Brasil e como referência para as próximas gerações.
Pai do músico Vitor Kley, foi um dos primeiros tenistas brasileiros a usar o marketing no esporte. Kley buscava patrocinadores e os colocava em seus bonés e camisetas quando entrava em quadra e depois enviava as fotos de jornais e revistas para os apoiadores. Tudo em uma época em que isso ainda não era regularizado como hoje em dia.
Coincidentemente, um de seus principais adversários em quadra foi Cássio Motta, homenageado no ano passado pelo Rio Open. Kley também jogou contra outros nomes de destaque desta geração, como Luiz Mattar e Marcos Hocevar.
Desde sua primeira edição, em 2014, o Rio Open apresenta a uma nova geração os ídolos que construíram a história do tênis no Brasil. Outros homenageados foram Maria Esther Bueno, Gustavo Kuerten, Thomaz Koch, Nick Bollettieri, Antônio Carlos de Almeida Braga (Braguinha), Fernando Meligeni, Alcides Procopio, Luiz Mattar, Cássio Motta, André Silva, Carlos Kirmayr, Larri Passos, Jaime Oncins, Flavio Saretta, Rogerio Dutra Silva, Thomaz Bellucci e Bruno Soares.
