Começou nesta quarta-feira (11), no Jockey Club Brasileiro, o Torneio Winners, que reúne 108 alunos de sete projetos sociais voltados para o tênis e apoiados pelo Rio Open, o único ATP 500 da América do Sul.
Criada em 2017, a disputa reúne crianças e jovens, entre 8 e 20 anos, divididos em seis categorias, sendo duas femininas e quatro masculinas. Além de competir nas quadras e utilizar a estrutura de um evento internacional, os participantes vivenciam uma experiência esportiva completa e também podem compartilhar suas experiências inspiradoras de vida e a importância do tênis como um caminho para uma vida melhor.
Vinícius Christovan tem apenas 9 anos, mas uma carreira já recheada de conquistas. Por muito pouco, o início promissor não foi interrompido por um grave acidente. Há um ano, o aluno do Núcleo Esportivo Rio Open (NERO), em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, quase perdeu o dedo indicador da mão esquerda soltando pipa, uma brincadeira muito tradicional, mas perigosa por conta do cerol utilizado na linha, que faz parte da cultura do subúrbio carioca.
“Ele precisou passar por uma cirurgia de quatro horas e fez muita fisioterapia para recuperar o movimento da mão”, conta Vinícius de Oliveira, professor do NERO e pai do Vinícius. “Ele é destro, mas bate o backhand com as duas mãos. Ainda não consegue fechar a mão completamente, mas está jogando bem. E, claro, parou de soltar pipa”, completa.
Os títulos comprovam que Vinícius está recuperado. Ele foi campeão brasileiro sub-8 em 2024, vice-campeão brasileiro sub-9 em simples e duplas no ano passado e já começou 2026 ganhando a primeira etapa de simples do Estadual sub-10.
Outro exemplo de que o tênis pode mudar vidas vem também da Zona Oeste do Rio, do bairro de Santa Cruz, no Ginásio Experimental Olímpico Fernando de Azevedo (GEO EMFA), uma escola vocacionada para o esporte, em que o aluno escolhe uma ou duas modalidades olímpicas para incluir na sua grade de ensino, com oito horas de treinos por semana.
Kawã Ferreira tem 15 anos, foi finalista do Winners em outubro de 2025, disputado no Clube Marapendi, na Barra da Tijuca, e ganha de todos os alunos do GEO EMFA. Quem o vê hoje, tem dificuldade de acreditar que era uma criança sedentária e muito acima do peso, supertímida e que sofria com a gagueira, que trata até hoje com sessões de fonoaudiologia.
“Ele é filho de pedreiro, não tem uma vida muito fácil, mas está há três anos na escola com a gente e a evolução é nítida. Está jogando muito bem”, afirma Rodrigo Mattos, coordenador do Nero e do GEO EMFA.
O Torneio Winners vai até o dia 14 de fevereiro e a cerimônia de premiação, onde Vinícius e Kawã pretendem estar, acontece no dia 16.
Criada em 2017, a disputa reúne crianças e jovens, entre 8 e 20 anos, divididos em seis categorias, sendo duas femininas e quatro masculinas. Além de competir nas quadras e utilizar a estrutura de um evento internacional, os participantes vivenciam uma experiência esportiva completa e também podem compartilhar suas experiências inspiradoras de vida e a importância do tênis como um caminho para uma vida melhor.
Vinícius Christovan tem apenas 9 anos, mas uma carreira já recheada de conquistas. Por muito pouco, o início promissor não foi interrompido por um grave acidente. Há um ano, o aluno do Núcleo Esportivo Rio Open (NERO), em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, quase perdeu o dedo indicador da mão esquerda soltando pipa, uma brincadeira muito tradicional, mas perigosa por conta do cerol utilizado na linha, que faz parte da cultura do subúrbio carioca.
“Ele precisou passar por uma cirurgia de quatro horas e fez muita fisioterapia para recuperar o movimento da mão”, conta Vinícius de Oliveira, professor do NERO e pai do Vinícius. “Ele é destro, mas bate o backhand com as duas mãos. Ainda não consegue fechar a mão completamente, mas está jogando bem. E, claro, parou de soltar pipa”, completa.
Os títulos comprovam que Vinícius está recuperado. Ele foi campeão brasileiro sub-8 em 2024, vice-campeão brasileiro sub-9 em simples e duplas no ano passado e já começou 2026 ganhando a primeira etapa de simples do Estadual sub-10.
Outro exemplo de que o tênis pode mudar vidas vem também da Zona Oeste do Rio, do bairro de Santa Cruz, no Ginásio Experimental Olímpico Fernando de Azevedo (GEO EMFA), uma escola vocacionada para o esporte, em que o aluno escolhe uma ou duas modalidades olímpicas para incluir na sua grade de ensino, com oito horas de treinos por semana.
Kawã Ferreira tem 15 anos, foi finalista do Winners em outubro de 2025, disputado no Clube Marapendi, na Barra da Tijuca, e ganha de todos os alunos do GEO EMFA. Quem o vê hoje, tem dificuldade de acreditar que era uma criança sedentária e muito acima do peso, supertímida e que sofria com a gagueira, que trata até hoje com sessões de fonoaudiologia.
“Ele é filho de pedreiro, não tem uma vida muito fácil, mas está há três anos na escola com a gente e a evolução é nítida. Está jogando muito bem”, afirma Rodrigo Mattos, coordenador do Nero e do GEO EMFA.
O Torneio Winners vai até o dia 14 de fevereiro e a cerimônia de premiação, onde Vinícius e Kawã pretendem estar, acontece no dia 16.
